Parece preto, mas na realidade é bordeaux. Um bijuteria feita a pedido para ser usada num casamento. Com fio metálico e contas elaboradas por mim com missangas e fio de nylon (clicar na foto para ver melhor).
domingo, 25 de maio de 2008
Encomenda da F.
Parece preto, mas na realidade é bordeaux. Um bijuteria feita a pedido para ser usada num casamento. Com fio metálico e contas elaboradas por mim com missangas e fio de nylon (clicar na foto para ver melhor).
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Encomenda da C.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Magical Pieces 57
Foi o mais perfeito arco-íris que vi. Tanto que parecia irreal, as cores estrondosamente vivas, o arco perfeitamente desenhado na paisagem, como se o arco-íris tivesse sido retocado por um qualquer programa de tratamento de imagem. Mas falamos de natureza e ela não precisa de nada disso. Recostei-me no banco do carro, apreciei aquele presente que ela me oferecia gratuitamente e agradeci internamente por isso. And I thought to myself, what a wonderful world.
terça-feira, 20 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Caixa da J.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Magical Pieces 56
Muitos nervos, muitos sorrisos, muitas lágrimas, muita euforia, mas acima de tudo muito orgulho a inundar o D. Afonso. Eu por nada do mundo perderia este jogo. Parafraseando um jornal diário, a cidade da História fez história. Domingo foi assim em Guimarães...










Fonte: Site oficial do VSC (créditos das fotos para João Filipe Santos)










Fonte: Site oficial do VSC (créditos das fotos para João Filipe Santos)
Prémio entregue
Com algum tempo de atraso, foi finalmente entregue este prémio à J.. Como se pode ver esqueci-me das amêndoas, mas elas serão entregues. Depois postarei a caixa mais em detalhe. Espero que tenhas gostado :D.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Há desafio...
... no meu Terapia dos Tachos!
Passem por lá, enviem-me as vossas receitas e habilitem-se a ganhar um prémio feito por mim :D
Passem por lá, enviem-me as vossas receitas e habilitem-se a ganhar um prémio feito por mim :D
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Magical Pieces 54
O sinal sonoro indicou que tinha chegado a minha vez. Aproximo-me do balcão que o painel electrónico me indica. O senhor dos correios que calhou para me atender recebe-me com aquele jeito muito próprio. Voz calma, quase meiga até, sem pressas nem maus-humores. Por acaso são todos simpatiquíssimos e é das instituições onde mais gosto de ir. De tal maneira que já se gera alguma empatia com alguns deles (os homens, curiosamente. Go figure!).
Enquanto eu escrevo os endereços no grande envelope almofadado a ser enviado à J. e ele trata dos outros pacotes que lhe passei para as mãos, vamos falando de aspectos relacionados com o correio.
Já eu arrumava os trocos no meu porta-moedas, quando o senhor se inclina sobre o balcão:
-E uma prendinha para o dia da Mãe? - pergunta, apontando para alguns produtos disponíveis sobre o balcão.
Eu olho para ele e com toda a calma e de expressão serena respondo:
-Pois... É complicado. A minha já não está aqui.
O senhor desdobra-se em desculpas, fica quase atónito. Eu apenas lhe digo que não há nada que desculpar e que ele não ia adivinhar. É a lei da vida e temos de aceitar as suas vicissitudes. Despeço-me amistosamente e deixo-o para trás ainda a pedir desculpa. Creio até que algo embaraçado. Mais uma vez volto àquele velho pensamento: porque razão um facto tão incontornável como a morte ainda continua a ser tão tabu?
Isto é apenas um exemplo das muitas situações que me acontecem. Eu encaro-as com naturalidade. De nada adianta revoltar-me. Aquilo que tento todos os dias é ser o que me ensinaste e essa é a melhor maneira de honrar a tua memória. É óbvio que há muita saudade cá dentro, muitas lembranças, muitos afectos perdidos, muitas realizações de amanhã que não terão a tua presença física. Mas não percebo porque tens de ser um "tema difícil", porque não posso falar em ti apenas porque já partiste. Seria bom que os outros soubessem que isso é fundamental para que te possa manter viva.
Enquanto eu escrevo os endereços no grande envelope almofadado a ser enviado à J. e ele trata dos outros pacotes que lhe passei para as mãos, vamos falando de aspectos relacionados com o correio.
Já eu arrumava os trocos no meu porta-moedas, quando o senhor se inclina sobre o balcão:
-E uma prendinha para o dia da Mãe? - pergunta, apontando para alguns produtos disponíveis sobre o balcão.
Eu olho para ele e com toda a calma e de expressão serena respondo:
-Pois... É complicado. A minha já não está aqui.
O senhor desdobra-se em desculpas, fica quase atónito. Eu apenas lhe digo que não há nada que desculpar e que ele não ia adivinhar. É a lei da vida e temos de aceitar as suas vicissitudes. Despeço-me amistosamente e deixo-o para trás ainda a pedir desculpa. Creio até que algo embaraçado. Mais uma vez volto àquele velho pensamento: porque razão um facto tão incontornável como a morte ainda continua a ser tão tabu?
Isto é apenas um exemplo das muitas situações que me acontecem. Eu encaro-as com naturalidade. De nada adianta revoltar-me. Aquilo que tento todos os dias é ser o que me ensinaste e essa é a melhor maneira de honrar a tua memória. É óbvio que há muita saudade cá dentro, muitas lembranças, muitos afectos perdidos, muitas realizações de amanhã que não terão a tua presença física. Mas não percebo porque tens de ser um "tema difícil", porque não posso falar em ti apenas porque já partiste. Seria bom que os outros soubessem que isso é fundamental para que te possa manter viva.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Para a Mãe da M.
domingo, 27 de abril de 2008
Mais uma entregue
Esta deu mesmo trabalho a fazer (tanto que até me fez uma marca num dedo). Todavia, penso que ficou muito bonita e espero que quem a receber goste tanto dela como eu gostei (apesar de tudo) de a fazer. É engraçado como cada tela me ensina sempre mais alguma coisa.
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Tenho dado comigo a pensar na evolução que este blog tem levado. Começou inicialmente com as bijuterias que fazia (e continuo a fazer). Ultimamente os pedidos têm sido outros e essa vertente tem ficado um pouco de lado. Uma das razões por este blog ter este nome foi precisamente para eu poder postar aqui todas as peças que vou criando e não ficar subjugada apenas a uma ou outra coisa. Lembro-me de referir na postagem inicial que assim como o chá tem várias cores e aromas, também este blog teria alguma diversidade. Obrigada a todos que me desafiam a fazer novas criações e assim me permitem alargar os horizontes e reinventar-me a cada dia.
sábado, 26 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Liberdade
Foi um acaso. Todavia foi num dia perfeito. Há um ano atrás escrevi o meu primeiro magical. No dia em que se evoca o resgatar da liberdade do nosso povo. E isso para mim é muito significativo. Tanto, que merece um post a chamar a atenção para o facto. Sinto com muita intensidade cá dentro este dia. Foi graças à Revolução que hoje eu tenho liberdade para escrever aqui. E muitas vezes questiono-me se não estará na altura de um novo agitar de consciências.
Basta-me ouvir alguns acordes desta magnífica canção para as lágrimas brotarem dos meus olhos. Não consigo explicar porquê. Talvez tenha a ver com o enorme orgulho que tenho pelo meu país, por aqueles que conduziram a Revolução e deram um exemplo de coragem e determinação a toda a Humanidade. Que este dia e a sua memória sempre acorde connosco a cada manhã e as transforme em manhãs de Abril, inteiras e limpas.
25 de Abril sempre!
Basta-me ouvir alguns acordes desta magnífica canção para as lágrimas brotarem dos meus olhos. Não consigo explicar porquê. Talvez tenha a ver com o enorme orgulho que tenho pelo meu país, por aqueles que conduziram a Revolução e deram um exemplo de coragem e determinação a toda a Humanidade. Que este dia e a sua memória sempre acorde connosco a cada manhã e as transforme em manhãs de Abril, inteiras e limpas.
25 de Abril sempre!
quinta-feira, 24 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Magical Pieces 53
É algo que se entranha em mim e nem consigo mesmo descodificar a sua origem. Perde-se no tempo, embora tenha estado sempre lá. Ou aqui. No coração que bate a um ritmo talvez demasiado forte nos últimos tempos. A provar esta minha paixão deixo-vos um caderno dos meus tempos de preparatório onde marquei inequivocamente os meus gostos clubísticos.

Sim, talvez eu tenha um certo gosto em complicar o que deveria ser simples. Mas, eu sou assim. Tenho um coração tão grande que lá cabem, não somente um, mas dois clubes. Sou do Porto de paixão e do Vitória de coração. O que ao fim e ao cabo não esclarece nada, porque nada há que esclarecer. Se eu conferisse a alguém o direito de me exigir uma escolha por apenas um deles, preferiria morrer a ter de o fazer. Não sou capaz. Com o Porto subi ao céu. Com o Vitória desci ao inferno. Com eles chorei, de alegria e de tristeza. São dois clubes diferentes em forma, mas iguais em substância. No fervor, devoção e capacidade de arrastar multidões para onde quer que vão. Baluartes da raça, espírito de luta e entrega a um propósito sempre presente de honrar a camisola e dignificar a história dos dias passados. Possuidores de uma mística única e inigualável.
Domingo lá estarei a ver os "meus meninos" finalmente todos juntos. O coração apertadinho, os sentimentos todos misturados. É lado a lado que ficam bem. Para mim não há primeiro nem segundo.
Talvez seja difícil de compreender. Mas eu entendo e isso basta-me.

Sim, talvez eu tenha um certo gosto em complicar o que deveria ser simples. Mas, eu sou assim. Tenho um coração tão grande que lá cabem, não somente um, mas dois clubes. Sou do Porto de paixão e do Vitória de coração. O que ao fim e ao cabo não esclarece nada, porque nada há que esclarecer. Se eu conferisse a alguém o direito de me exigir uma escolha por apenas um deles, preferiria morrer a ter de o fazer. Não sou capaz. Com o Porto subi ao céu. Com o Vitória desci ao inferno. Com eles chorei, de alegria e de tristeza. São dois clubes diferentes em forma, mas iguais em substância. No fervor, devoção e capacidade de arrastar multidões para onde quer que vão. Baluartes da raça, espírito de luta e entrega a um propósito sempre presente de honrar a camisola e dignificar a história dos dias passados. Possuidores de uma mística única e inigualável.
Domingo lá estarei a ver os "meus meninos" finalmente todos juntos. O coração apertadinho, os sentimentos todos misturados. É lado a lado que ficam bem. Para mim não há primeiro nem segundo.
Talvez seja difícil de compreender. Mas eu entendo e isso basta-me.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Magical Pieces 52
Há uns meses atrás, aquando da minha visita a uma cidade portuguesa, chamou-me a atenção a quantidade de bocas de incêndio que existem nas suas ruas. Comentei que na minha cidade nunca tinha visto as ditas cujas. O facto é que desde esse episódio começo a reparar que as minhas ruas até as têm, como se de repente elas tivessem nascido do nada, qual cogumelos em ambiente húmido. Hoje notei que passo por umas três no meu percurso habitual pela cidade. E isto levou-me a reflectir que muitas vezes nem damos por coisas que estão mesmo à frente dos nossos olhos. Neste caso é algo insignificante. Mas poderia não ser.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Magical Pieces 51

Foto retirada daqui.
Quando uma imagem vale mais que 1000 palavras!
(ou quando a inspiração está tão em baixo que não dá para mais... Mas que é uma bela foto, lá isso é. E uma merecida conquista isso também ninguém pode negar. Ao menos, futebolísticamente, ainda vou tendo algumas alegrias).
terça-feira, 8 de abril de 2008
Encomenda da M.
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